Por meio da aplicação controlada de energia, a tecnologia pode integrar estratégias voltadas ao tratamento da flacidez e à remodelação do contorno facial em pacientes selecionados.
Diferentemente das tecnologias que atuam apenas externamente, o Facetite utiliza um aplicador que permite a atuação da radiofrequência nos planos subcutâneos. Dessa forma, o procedimento possibilita controlar a entrega de energia durante o tratamento e direcionar a abordagem conforme as características de cada região.
Inicialmente, o médico avalia o grau de flacidez, a distribuição do tecido adiposo e as características do contorno da face e do pescoço. A partir dessa análise, o profissional determina as áreas que receberão o tratamento e define os parâmetros de acordo com as necessidades de cada paciente.

Durante o procedimento, uma cânula fina conduz um eletrodo sob a pele, enquanto outro eletrodo permanece na região externa. Assim, a energia de radiofrequência percorre os tecidos entre os dois pontos e produz aquecimento controlado na área tratada.
Nesse contexto, a ação térmica contribui para a contração dos tecidos e para processos posteriores de remodelação do colágeno. Além disso, em casos selecionados, o Facetite pode fazer parte de um planejamento que também envolve o tratamento de depósitos de gordura localizada.
Consequentemente, o procedimento não segue o mesmo planejamento para todos os pacientes. A quantidade de tecido adiposo, o grau de flacidez, a anatomia facial e as regiões que necessitam de tratamento influenciam diretamente a estratégia escolhida.
Quando existe indicação adequada, o Facetite pode contribuir para o tratamento da flacidez e para a remodelação do contorno da face e do pescoço. Dessa maneira, a tecnologia oferece uma alternativa minimamente invasiva para pacientes selecionados que apresentam alterações compatíveis com esse tipo de abordagem.
Entre os principais benefícios que podem fazer parte do planejamento estão:
Além disso, estudos clínicos sobre radiofrequência bipolar minimamente invasiva relatam melhora do contorno e da flacidez em pacientes adequadamente selecionados. Entretanto, a extensão das alterações exerce papel importante na escolha do tratamento.
Por isso, o Facetite não substitui necessariamente procedimentos cirúrgicos como o lifting facial ou cervical. Em casos de flacidez mais acentuada ou excesso significativo de pele, por exemplo, outras abordagens podem oferecer uma indicação mais compatível com as alterações presentes.
Cada paciente apresenta características e necessidades diferentes. Agende uma consulta com o Dr. Paulo Henrique Laia para uma avaliação individualizada e esclareça suas dúvidas sobre o procedimento.